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'Seres humanos precisam ser reconhecidos pelo fazer cultural', diz artista durante 4ª Conferência de Políticas Públicas LGBTQIA+

Poeta, cantor, compositor e conselheiro estadual, Pedro Stkls está participando do evento que segue até esta quinta-feira, 14, em Macapá.

Por Ana Anspach
14/11/2024 17h01

Poeta, cantor e compositor, Pedro Stkls, de 36 anosPoeta, cantor e compositor, Pedro Stkls, de 36 anosPara fortalecer direitos e a inclusão social, o Governo do Amapá realiza até esta quinta-feira, 14, a 4ª Conferência de Políticas Públicas e Direitos Humanos da população LGBTQIA+, em Macapá. Durante o evento, estão sendo escolhidos delegados para participar da etapa nacional, que acontecerá em Brasília, em outubro de 2025.

O artista Pedro Stkls, de 36 anos, faz parte da comunidade, e como conselheiro estadual, entende que as pessoas devem ser respeitadas independentemente de sua orientação sexual.

"Nossos objetivos é que vejam, acima de tudo, a arte que a população LGBTQIAPN+ produz, e que os seres humanos tenham visibilidade e sejam reconhecidos pelo fazer cultural. Ainda em tempo, acabamos de passar pela Folia Literária Internacional, e contamos com a participação de vários artistas da comunidade, que puderam expor suas habilidades", pontua Pedro.

Estão sendo escolhidos delegados para participar da etapa nacional, que acontece em BrasíliaEstão sendo escolhidos delegados para participar da etapa nacional, que acontece em Brasília

A conferência, que marca um momento muito importante, conta com a presença de representantes dos 16 municípios. A construção do Plano Estadual será elaborado conforme o Plano de Governo da gestão, que prevê ações de inclusão para todos.

Ativista e conselheira do segmento LGBTQIA+ no Amapá, Céu Leehí, de 23 anos, afirma que é essencial debater com a sociedade civil e com o poder público as questões do segmento, para conseguir solucionar problemas.

“Faz tempo desde a última conferência, e é fundamental discutir os pontos fracos pelos quais a comunidade LGBTQIA+ passa, não só na área urbana, mas em cada município. Precisamos construir e pensar políticas públicas para todes. Viemos preparadas para ter voz em um espaço participativo e deliberativo, prontas para planejar e votar. Meu desejo é que toda a comunidade LGBTQIA+ do Amapá seja beneficiada com as ações que serão decididas aqui”, destaca Céu.

Ativista e conselheira do segmento LGBTQIA+ no Amapá, Céu Leehí, de 23 anosAtivista e conselheira do segmento LGBTQIA+ no Amapá, Céu Leehí, de 23 anos

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