Governo do Amapá participa da 149ª Jornada Fluvial Itinerante do Tribunal de Justiça no Bailique, distrito de Macapá
Ação ofertou diversos serviços sociais e de cidadania, além de atendimento psicossocial às mulheres em situação de violência doméstica e de gênero.

O Governo do Amapá integrou a 149ª Jornada Fluvial Itinerante do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) que aconteceu no período de 24 a 29 de março, no Arquipélago do Bailique, em Macapá. A ação ofertou diversos serviços jurídicos e de cidadania, além de atendimento psicossocial às vítimas de violência doméstica e de gênero.
A iniciativa do Tjap, conta com apoio de diversas instituições e órgãos, como, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE/AP), Justiça Federal do Amapá, entre outros como a Secretaria de Políticas para Mulheres (Sepm) que realiza atendimentos psicossocial, visitas técnicas e ações educativas de combate à violência contra a mulher e à violência de gênero.

Os serviços integrados disponibilizados durante a Jornada Fluvial ajudam a reduzir e conscientizar sobre o combate à violência contra as mulheres, o trabalho de conscientização também acontece nas escolas da comunidade.
“A gente viu uma melhora significativa de 90% aqui na escola no comportamento dos alunos, quando alguma coisa acontece em sala de aula é exceção, como caso de mutilação, ansiedade, problemas em casa. O trabalho que é feito aqui reflete positivamente”, ressaltou a professora da Escola Bosque, Cianne Pereira Saldanha.

A Jornada Fluvial percorreu comunidades como, Vila Progresso, Limão do Curuá, Itamatatuba e Ipixuna Miranda, oferecendo serviços essenciais à população ribeirinha como atendimento jurídico e de cidadania.
“Durante as visitas nas escolas, Cláudio dos Santos Barbosa, Municipal de Vila Progresso e na Escola Bosque tivemos em torno de 660 participantes nas palestras educativas. Estamos conseguindo alcançar e desenvolver um bom trabalho nas comunidades carentes. Tivemos ainda atendimentos que serão encaminhados para o Ministério Público, Defensoria Pública, setor pedagógico de alguma escola e denúncias que serão oficializadas assim que chegarmos à Macapá,” concluiu servidora, Onicelma Gonçalves.

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